compartilha em vídeo as operações da nova unidade em Ribas do Rio Pardo (MS)

O material acompanha o trajeto desde a colheita do eucalipto, a chegada das toras à fábrica, a transformação em celulose e enfardamento até o transporte dos primeiros fardos da matéria-prima com destino ao Porto de Santos (SP)

9/2/24
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 compartilha em vídeo as operações da nova unidade em Ribas do Rio Pardo (MS)

Após a conclusão da nova fábrica da , maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, em Ribas do Rio Pardo (MS), a produção de celulose segue em ritmo acelerado. O funcionamento das operações industrial, florestal e de logística até o novo terminal intermodal de Inocência, de onde segue por transporte ferroviário para os terminais da companhia no Porto de Santos (SP), pode ser conferido em novo .

No vídeo, além da visualização geral das estruturas da unidade, é possível acompanhar as operações florestais e industriais na nova fábrica de Ribas do Rio Pardo em pleno funcionamento. Entre os processos demonstrados, estão desde a sala do Sistema Digital de Controle Distribuído (SDCD), responsável pelo controle de todos os equipamentos e processos da fabricação de celulose da unidade, a operação do viveiro de mudas de Ribas do Rio Pardo até as máquinas florestais atuando tanto no plantio como na colheita do eucalipto. Também é possível notar a chegada dos hexatrens – veículos compostos por seis semirreboques, projetados para circular exclusivamente em estradas próprias da - à fábrica, passando pelas balanças e por um processo de pré-lavagem para a retirada de impurezas da matéria-prima.

Como é fabricada a celulose

Posteriormente, essas toras de eucalipto são armazenadas no pátio de madeiras, onde ficam à disposição para alimentar a área de picagem. A unidade conta com cinco linhas de processamento que reduzem a madeira em cavacos. Esses pequenos pedaços de madeira são movidos pelas esteiras inteligentes com três destinos diferentes: a formação da pilha de cavacos, uma estrutura de apoio que garante o estoque industrial da matéria-prima; os silos de biomassa, catedrais nas quais os cavacos também são armazenados; ou para a linha de fibras, onde os cavacos são processados e separam-se a lignina e a celulose da madeira.

Finalizado o cozimento, a celulose é enviada para as máquinas extratoras para remoção do excedente de água e é comprimida em folhas que são unidas em fardos. O processo de enfardamento contribui para o transporte da celulose, que será carregada em caminhões bitrens com destino ao terminal intermodal de Inocência. Chegando lá, os fardos são carregados nos vagões de trem e partem para o porto de Santos, onde os terminais portuários da foram ampliados para comportar o volume de produção da nova fábrica. O vídeo registra a transição desses fardos de celulose dos vagões para dentro do terminal portuário e para posterior carregamento nos navios.  

Unidade Ribas do Rio Pardo

Anunciado em maio de 2021 e confirmado pelo Conselho de Administração da no início de novembro do mesmo ano, o Projeto Cerrado recebeu investimento total de R$ 22,2 bilhões e, no pico da obra, gerou cerca de 10 mil empregos diretos. A nova fábrica entrou em operação no dia 21 de julho de 2024 e vai produzir 2,55 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano quando atingir sua plena capacidade de produção, empregando 3 mil pessoas, entre colaboradores próprios e terceiros, nas áreas florestal e industrial, e movimentando toda a cadeia econômica da região.

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