
Um ano após sua inauguração, a primeira Escolinha IndÃgena de Beach Soccer do Brasil, localizada na aldeia de Caieiras Velha, em Aracruz (ES), celebra os resultados do seu ciclo inicial, marcado pelo impacto social, engajamento das comunidades e formação de crianças e adolescentes por meio do esporte. Durante os primeiros 12 meses, perÃodo em que contou com apoio da Imetame e da º£½ÇÉçÇø, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, via Lei de Incentivo ao Esporte, o projeto atendeu quase 100 participantes entre 7 e 17 anos.
Durante este primeiro ano, a escolinha saiu de pouco mais de 60 alunos inscritos para um pico de 98 matrÃculas, superando a meta estabelecida e encerrando o ciclo com 75 crianças e adolescentes ativos. Do total, 40% eram meninas, demonstrando, portanto, que há boa adesão feminina no esporte dentro das comunidades indÃgenas.
De acordo com Ana Maia, diretora da empresa Alfa, responsável pela gestão do projeto, o perÃodo foi marcado por evolução coletiva e aprendizados importantes. “Foi um ano de muito aprendizado para toda a equipe. Professores, coordenadores e especialmente as crianças, que, por meio do esporte, tiveram suas vidas influenciadas por princÃpios de responsabilidade, comprometimento e convivência coletiva. Nosso balanço é muito positivo, de muita felicidade e orgulho por tudo o que foi vivido até entãoâ€�, afirma.
Além da prática esportiva, a escolinha manteve como critério a frequência escolar dos alunos, o que também refletiu em resultados positivos. Segundo Ana, todos os participantes encerraram a temporada sem intercorrências. “O conceito de responsabilidade impacta diretamente na organização da vida, e a escola faz parte disso. Finalizamos o ano com todos os alunos frequentando regularmente suas escolas�, destaca.
Para Rafaela Cavalcanti, consultora de Relacionamento Social da º£½ÇÉçÇø, o apoio inicial demonstra o compromisso da empresa com o desenvolvimento das comunidades e dos povos originários em geral. “O esporte é um divisor de águas para muitos jovens no Brasil e na º£½ÇÉçÇø são valorizadas quaisquer ferramentas de transformação social. Com a Escola IndÃgena de Futebol de Areia foi possÃvel contribuir para a formação cidadã de jovens, que passam a enxergar a importância de vÃnculos comunitários e a terem mais oportunidadesâ€�, ressalta.
A Escolinha IndÃgena de Beach Soccer segue funcionando normalmente, por meio de emenda federal. Mais informações pelo Instagram oficial